terça-feira, 17 de abril de 2012

Uma questão de justiça: os LGBTs de Maringá e a Catedral


Desde a divulgação dos cartazes da Parada do Orgulho LGBT de Maringá, no Paraná, começou a polêmica. Como a arte de um deles (imagem acima) mostra a Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória, construção-símbolo da cidade, atingida por um raio de luz e "explodindo" em um arco-íris, a assessoria de imprensa da Arquidiocese de Maringá informou, no final da manhã desta segunda-feira (16), que o departamento jurídico da cúria arquidiocesana foi acionado e tomaria providências jurídicas sobre o caso. Em nota a respeito do caso, a arquidiocese reiterou que "a Igreja Católica não tem a pretensão de Domesticar a sociedade, impondo-lhe seus princípios e valores", mas que o cartaz "confrontou opinião religiosa da parcela maior da comunidade maringaense".

"A ideia de fazer esse convite veio justamente, como se pode reparar na imagem, do conceito da catedral como um prisma em que, ao ser injetado um foco de luz solar de um lado, do outro desponta em todas as cores possíveis", disse Luiz Modesto, representante do movimento gay da cidade e editor do site Maringay. "Como a catedral é o primeiro símbolo de Maringá, é um convite a chamar para o diálogo todas as pessoas, para maior aceitação e respeito. Nós aprovamos e gostamos do conceito".

A inspiração veio da capa do álbum "The Dark Side of the Moon", da banda de rock britânica Pink Floyd. A autora dos cartazes polêmicos (há também uma segunda versão, mais próxima da referência original do disco), Elisa Riemer, justificou sua escolha: "Nada melhor que esse símbolo para usar como se fosse o prisma. O prisma tem vários lados e jogando uma luz conseguimos ver todos os caminhos. As sete cores. Imagine que para cada problema você tem sete respostas ou caminhos a tomar e se um estiver bloqueado... Procure a outra cor que lhe indicará outra coisa".

"Não estou ofendendo a religião de ninguém e jamais foi essa a intenção", continuou ela. "Que símbolo usar para definir Maringá? Poderia ter sido usado pra qualquer outra coisa, poderia ter sido usado pra uma campanha de alguma rádio, de alguma banda, de qualquer outro segmento. Mas o que pegou foi justamente isso, foi porque foi usada pra uma campanha LGBT. Não vejo problema algum, e muito menos falta de respeito".

Segundo Elisa, o uso da catedral se deu exclusivamente pela similaridade com o prisma: "Se as pessoas observassem bem, veriam o quanto escureci a catedral e retirei a cruz - para nada, exatamente nada, estar ligado à religião. Não tive a intenção de polemizar e sim de fazer as pessoas pensarem, refletirem". De todo modo, porém, ressaltou Modesto, "este nunca foi o cartaz de divulgação da Parada Gay. O oficial, que usaremos para publicação, é bem mais simples e pode ser visto na Fan Page do evento, no Facebook".

Ainda assim, o arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, ontem, no seu blog, lamentou “o uso dado ao cartaz, que confronta com o pensamento e a opinião religiosa da parcela maior da comunidade maringaense”. Diante da polêmica, Luiz Modesto contou ter recebido um convite para tomar café com o arcebispo nesta terça-feira (17). A reunião, segundo ele, foi amigável; o arcebispo teria entendido que o cartaz visava a ampliar o diálogo sobre a homofobia. Levantamentos feitos pelo movimento gay de Maringá registram 38 agressões contra GLBTs nos últimos 12 meses, sendo duas delas assassinatos de travestis.

“Levei alguns dados de suicídio entre adolescentes gays, de violência contra LGBT e assassinato de travestis nos municípios da arquidiocese. O arcebispo comoveu-se. Concordamos que direcionar as atenções para os casos de violência contra o ser humano é muito mais relevante que a polêmica causada pelo cartaz. O foco agora é outro, a criação da Pastoral da Diversidade em Maringá e o indicativo de uma Pastoral Nacional da Diversidade pela CNBB”, relatou Modesto. A proposta, segundo ele, seria de uma pastoral que congregasse os católicos homossexuais: “É necessário divulgar a ideia de que Deus não é ódio e punição, mas amor e acolhimento. Embora a posição da Igreja seja contrária à homossexualidade, deve existir um braço dentro dela que nos proteja da violência e nos acolha da forma como somos, sem deixar-nos desamparados espiritualmente”.

“Estamos abertos à discussão e dispostos a falar dos problemas enfrentados por eles”, disse Dom Anuar, que segundo Modesto teria afirmado também que a preocupação maior deve ser contra a violência, e não contra o movimento.

Caso a pastoral seja criada, será a primeira iniciativa oficial da Igreja Católica para trabalhar diretamente no combate à homofobia. “Para as pessoas que entenderam o cartaz como provocação, eu peço desculpas sinceras. O objetivo maior era criar um diálogo sobre o assunto. E conseguimos”, concluiu Modesto.

O que pode ter contribuído para a má recepção do cartaz - que, para os segmentos mais conservadores de Maringá, provavelmente já seria impactante pela mera associação entre LGBTs e Igreja - foi a saída das sete cores do arco-íris cercada de estilhaços, uma imagem que talvez tenha parecido agressiva. Porém, pode-se entender também a sugestão de explosão como uma referência à urgentíssima necessidade de uma mudança, na sociedade brasileira hoje, com relação à violência sofrida pelos LGBTs. E à importância e responsabilidade da Igreja como foco de transformação da atual situação - afinal, ela é o prisma que transforma a luz. Ou, como tão bem comentou nosso amigo Murilo Araújo em seu editorial brilhante para o Vestiário (leia na íntegra aqui):
De certo modo, [o cartaz] representa a igreja com que eu sonho cotidianamente. Trata-se de um sonho muito particular, porque quem tem outra fé (ou não tem nenhuma) tem todo o direito de discordar desse meu pensamento, ou de apenas não se preocupar com isso. Mas, se substituíssemos a Catedral de Nossa Senhora da Glória por uma escola, ou por um prédio do governo, o cartaz continuaria representando a minha utopia: uma instituição que transforma uma só cor em várias, e que gera a diversidade, em vez de anulá-la.
Mais tarde, ainda na terça-feira, a assessoria de imprensa da Arquidiocese veio a público informar, segundo O Diário, que as palavras de Dom Anuar sobre a Pastoral da Diversidade foram: “Acolho a proposta no coração e a respeito. Vamos encaminhá-la na medida do possível, mas não há indicativo momentâneo de sua criação”. A assessoria informou ainda que Dom Anuar participaria nesta quarta-feira (18) da 50ª Assembleia Geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP), e a criação da Pastoral da Diversidade provavelmente seria discutida, por conta da repercussão nacional do caso de Maringá, embora não estivesse na pauta oficial do evento.

É bom saber da própria assessoria de imprensa da Arquidiocese, oficialmente, o que foi dito pelo Arcebispo. Mesmo não havendo "indicativo momentâneo de sua criação", a postura de diálogo e abertura sinalizada foi um primeiro passo; a CNBB estar ciente e discutir a repercussão do ocorrido é outro. O terceiro... bem, o que nós, católicos, gays e não-gays, faremos agora?

De fato, antes mesmo de qualquer discussão sobre a doutrina vigente da Igreja Católica a respeito da homossexualidade, uma coisa é certa: a Igreja - e, como sempre, por "Igreja" referimo-nos não só ao Magistério, mas a todos os batizados - precisa assumir seu papel histórico de mediadora e pacificadora, que tantas vezes desempenhou com mérito, e, também na questão da homofobia, atuar como a defensora da justiça social, contrária a toda forma de violência, que é.

Parafraseando o Fórum Europeu de Grupos Cristãos de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros em sua carta aberta ao papa Bento XVI ano passado, a Igreja Católica no Brasil precisa, como aconteceu no Chile, posicionar-se explicitamente contra os atos de violência contra a população LGBT. “O silêncio, neste contexto, pode ser perigosamente interpretado pelos perpetradores de atos de violência, tortura e assassinato como um parecer favorável às suas ações”, como bem sublinhou o referido Fórum.

Trata-se, aqui, de uma questão de justiça: justiça perante o direito dos LGBTs de serem respeitados e acolhidos no seio não só da Igreja, mas da sociedade mais ampla; e justiça com o papel histórico da Igreja Católica de defensora da vida e da dignidade da pessoa humana.

Portanto, urge que os católicos, gays ou não, comuniquemos à CNBB que a postura que esperamos da nossa Igreja é de abertura, acolhimento, inclusão e respeito à vida, às diferenças e à dignidade dos LGBTs. Os católicos americanos já se organizaram para transmitir ao respectivo Magistério seu desejo nesse sentido. Os europeus, também. E nós, leigos católicos aqui no Brasil?

Fica a pergunta para a nossa reflexão. De todos nós.

(Com informações do UOL, Folha de S. Paulo, O Diário [aqui e aqui], Maringay, Vestiário e Arquidiocese de Maringá e a colaboração dos amigos @MarkosOliveira, @realfpalhano, @wrighini e @murilo17)


* * *

Atualização em 18/04/12:
Veja aqui a repercussão da notícia no Jornal Hoje, da Rede Globo, que não chega a falar no desfecho da reunião e traz a informação errônea de que a imagem que foi pivô do conflito seria o cartaz oficial da Parada; e, no SBT, já trazendo a referência a uma possível Pastoral da Diversidade. Colaboração do sempre atento @MarkosOliveira. :-)

10 comentários:

Karla Valeria disse...

Querem realmente saber a verdade, então leiam e se realmente querem seguir a Igreja de Cristo publiquem a carta para que todos saibam.
http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/29247-carta-aos-bispos-da-igreja-catolica-sobre-o-atendimento-pastoral-das-pessoas-homossexuais

"Se você acredita no que lhe agrada nos evangelhos e rejeita o que não gosta, não é nos evangelhos que você crê, mas em você." Santo Agostinho.

Equipe Diversidade Católica disse...

Cara Karla,

Muito obrigado por sua contribuição! em primeiro lugar, gostaríamos de salientar que a mensagem do Evangelho é eminentemente inclusiva: Cristo veio trazer a salvação para todos; sua Boa Nova é a de que Deus é um Pai que a todos envolve e acolhe em seu Amor irrestrito, sem impor condições. Essa é a grande novidade em relação à maneira de encarar a Lei até então, que punha a Lei a serviço do poder dos Homens e a transformava em instrumento de exclusão de todos os que não estivessem adequados aos padrões.

Dito isso, há algumas peculiaridades com relação ao contexto em que esse documento foi produzido. Vamos te responder com relação a isso até amanhã - assim poderemos escrever com a tranquilidade e atenção que você e nossos demais leitores merecem!
;-))

Um abraço afetuoso,

Equipe Diversidade Católica

Karla Valeria disse...

Deus é para todos sim, e ele veio trazer a Salvação para todos que aceitarem as suas Palavras e seguirem o seu caminho. Nosso Senhor Jesus ao contrário do que vc acha ou afirma, impõe condições pra segui-lo. Ele mesmo disse nos Evangelhos leia: Lucas 14.25-33
Muitos querem servir a Cristo mas poucos fazem a Sua Vontade, poucos obedecem o Pai Celestial, sem nenhuma transformação interior, Cristo não opera realmente na vida da pessoa. Este caminho exige muito mais do que a maioria pensa ou esta disposta a oferecer. Realmente este caminho não é para todos. Porém todos que quiserem, serão aceitos.
Ele disse: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem quiser salvar a sua vida perde-la-á, e quem perder sua vida por minha causa achá-la-á. Mt 16.24-25
Tudo é muito ponderado. “Se alguém quiser”. Ele nós da a condição de escolha, afirmando que realmente este caminho não é para todos.

Não existe no Evangelho isso de seguir leis de homens, mesmo que vcs queiram se enganar, a Igreja fundada por Cristo próprio, se baseia na tradição oral dos apóstolos e na Bíblia em nenhum momento em leis de homens mas sim na lei de Deus.

Deus ama o pecador, mas abomina o pecado.

Não se enganem, qdo Deus nos avisa de algo é pra nosso Bem e não ao contrário, se vcs pensassem na vida eterna não veriam a cruz que são chamados a carregar como um empecilho mas como um bem precioso. Meditem, compreendam, essa vida terrena não é a nossa, a nossa é a vida eterna so nos basta ser obedientes as leis de Deus.

Que Deus os abençoe! Estarei rezando por vcs pra que o Espírito Santo os ilumine.
Meditem, orem, jejuem e busquem a verdade que a acharão. O pecado escraviza, Deus liberta, pensem nisso.

"Onde não há obediência, não há virtude. Onde não há virtude, não há bem, não há amor; e onde não há amor, não há Deus; e sem Deus não se chega ao Paraíso. Tudo isso é como uma escada: se faltar um degrau, caímos. (Padre Pio de Pietrelcina)

Equipe Diversidade Católica disse...

Cara Karla,

Antes de mais nada, gostaríamos de agradecer o seu contato, pois temos a consciência de que esse diálogo é importante para melhor compreensão de nossa proposta.

O Diversidade Católica se posiciona absolutamente a favor da mensagem de Cristo, sem admitir qualquer espécie de concepção pervertida ou luxuriosa. O grupo surgiu da reunião de algumas pessoas, tanto homo quanto heterossexuais, que vivenciaram, através de amigos e familiares, a dor profunda do preconceito, da falta de caridade e da falta de informação.

De fato, acreditamos que a mensagem da palavra de Cristo é a mesma para todos os filhos de Deus, que a devem seguir com fé e humildade. Por isso, o que nos move é a compaixão por aqueles que se sentem perdidos diante de uma identidade sexual que jamais escolheram enquanto são rejeitados pela mesma comunidade católica que abraçaram por uma opção de fé e necessidade da alma.

Sabemos que a Bíblia possui alguns versículos que, em uma leitura fundamentalista e descontextualizada, poderiam servir de munição em favor do preconceito e da discriminação. Para melhor abordagem desta temática, sugerimos a leitura atenta dos diversos textos disponibilizados aqui no blog e em nosso site. Para isso, sugerimos que se mantenha o coração aberto a novas idéias e perspectivas, pois do contrário esse diálogo torna-se absolutamente vazio, restando apenas ofensas e ataques que não nos levam a lugar nenhum.

Temos uma sugestão de leitura sobre o tema:
"Se a Igreja condena a homossexualidade, como é possível uma pessoa gay ser católica?"

Confiamos que, se você chegou até aqui e teve o desejo de se comunicar, com certeza é porque está disposto a ouvir as razões que nos movem. Qualquer atitude diferente dessa seria, no mínimo, anti-cristã.

O que o Diversidade Católica busca é mostrar que verdadeiros seguidores de Cristo vivem exclusivamente pelo Amor ao Próximo, pois compreendem em profundidade que “quem ama seu irmão permanece na luz e não se expõe a tropeçar” (1Jo 2, 10).

Não queremos convencer ninguém de nada. Não queremos induzir ninguém a mudar seu estilo de vida. Queremos apenas, e tão somente apenas, oferecer a nossos irmãos o mesmo carinho, afeto e compreensão que recebemos, por graça, diretamente do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria.

Se nos consideramos Povo de Deus, devemos agir como nos foi ordenado, nada mais do que isso.

Fique sempre com Deus e com o Amor de Maria.
Equipe Diversidade Católica

Equipe Diversidade Católica disse...

Oi, Karla,

Com relação ao documento que você citou, é preciso levar em consideração o seguinte:

A Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre o Atendimento Pastoral de Pessoas Homossexuais, escrita em 1986, é conhecida pelo seu título em latim, Homosexualitatis problema. Ela afirma que nenhum ser humano é mero homo ou heterossexual, mas é antes de tudo criatura de Deus e, pela graça divina, filho Seu e herdeiro da vida eterna (nº16). Quanto à moral, ela deve se basear na razão humana iluminada pela fé, guiada conscientemente pela intenção de fazer a vontade de Deus, nosso Pai, apoiando-se também nos resultados seguros das ciências (nº2). Embora a Carta se oponha à prática homossexual, ela reconhece que pode haver pessoas com esta tendência em circunstâncias onde a prática é inevitável, e a culpabilidade é nula (nº11). Certamente muitas pessoas estão nesta situação.

Este ensinamento da Igreja jamais deve ser lido sem se levar em conta as mudanças cruciais ocorridas nas últimas décadas, como a superação da leitura da Bíblia ao pé da letra, a despatologização da homossexualidade, a evolução dos direitos humanos, e a proibição de psicoterapias de reversão da orientação sexual. Ignorar estas mudanças, ou minimizar a sua importância, conduz ao erro e a um legalismo opressivo e devastador, e não à liberdade dos filhos de Deus.

Em questões complexas como esta, a consciência da pessoa tem um peso decisivo. O Concílio Vaticano II afirmou o direito de a pessoa agir segundo a norma reta da sua consciência, e o dever de não agir contra ela. Nela está o ‘sacrário da pessoa’, onde Deus está presente e se manifesta. Pela fidelidade à voz da consciência, os cristãos estão unidos aos outros homens no dever de buscar a verdade, e de nela resolver os problemas morais que surgem na vida individual e social (Gaudium et spes, nº16). Portanto, nenhuma palavra externa substitui o juízo e a reflexão da própria consciência. Aí está o caminho de uma fé adulta.

Receba nosso afetuoso abraço.

Equipe Diversidade Católica

Alex disse...

Para comentar a questão do cartaz, e a possibilidade de uma pastoral da diversidade, ou quem sabe a aceitação da homosexualidade como comportamento aprovado pela Igreja digo:

- O cartaz pode ser interpretado de várias formas, uma delas, sem dúvida e a mais clara é a destruição da Igreja por uma ideologia gay, isto conota toda a violência por tráz de um discurso de tolerancia, pessoas que querem ser toleradas explodindo os "intolerantes", mostram assim a sua propria intolerancioa e aonde na realidade até onde estão dispostos a ir para alcançar seus objetivos.

- Uma pastoral da diversade que abrigue gays casados, vida de pecado público, transforma a Igreja numa segunda igreja Anglicana, cujo os líderes resolveram ser inclusivos e estão levando a instituição para o baismo, afinal o número de Anglicanos que estão abandonando os bancos da igreja cresce a cada dia, e isso tem uma profunda ligação com padrãos morais inesistentes a congregação progressista, e na realidade para os membros, já não faz diferença participar ou não de uma igreja cristã que não oferece resistência às obras carnais, pois todo vicio que se vivia lá fora, pode ser vivido lá dentro da igreja e ser elogiado por isso.

Equipe Diversidade Católica disse...

Bom, Alex... nossa maneira de ver a situação toda é muito diferente da sua, conforme expresso no texto, mas respeitamos sua opinião.

Um abraço fraterno.

Karla Valeria disse...
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Karla Valeria disse...
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Equipe Diversidade Católica disse...

Cara Karla,

Respeitamos o fato de que suas opiniões sejam diferentes das nossas. Contudo, pedimos a você a gentileza de prestar atenção à escolha de palavras, evitando termos depreciativos, categorizações ofensivas e afirmações infundadas. Assim, em respeito à equipe de colaboradores e aos demais leitores deste blog, optamos por apagar seus comentários.

Atenciosamente

Equipe Diversidade Católica

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