As discussões em torno do debate existente entre religiosos e
homossexuais, e o projeto apelidado de “cura gay”, de autoria do
deputado federal João Campos (PSDB-GO), presidente da bancada evangélica
no Congresso Nacional, foram tema de uma entrevista com o pastor
Alexandre Cabral para o programa Conexão Jornalismo.
Alexandre Cabral é pastor presbiteriano e professor de teologia, e
afirmou durante a entrevista que o cristianismo não sabe lidar com as
questões sexuais: “Nós cristãos não sabemos lidar com o problema sexual,
com o problema do prazer”.
O pastor defendeu a “laicidade do Estado” e afirmou que o projeto de
“cura gay” demonstra “desrespeito” e que “se assemelha ao nazismo”.
Cabral ressaltou ainda que o nazismo foi um movimento que tinha
proximidades com o cristianismo protestante.
Cabral citou Martinho Lutero e sua definição do termo “palavra de
Deus”, e disse que Jesus não falou sobre a homossexualidade: “Você não
tem nenhuma relação, de nenhum texto dos evangelhos de Jesus com
padronização dos prazeres sexuais”, e emenda dizendo que “isso mostra
que isso não era um problema para Jesus”.
Para o pastor presbiteriano, o projeto de cura gay “é uma forma de
tentar legitimar uma padronização moral de uma das religiões que compõem
o quadro das religiões no Brasil”.
Confira abaixo a íntegra da entrevista do pastor Alexandre Cabral ao programa “Conexão Jornalismo”:
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quarta-feira, 11 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
A Cura Gay
A imagem que você vê acima é um dispositivo medieval de
tortura que fora utilizada em sessões de exorcismo.
O asco que se sente ao olhá-las hoje não representava,
talvez, o mesmo asco do passado. Talvez, fosse comum se saber de sua existência
e também tivesse pessoas dentro da própria Igreja que não concordasse com os métodos
medievais, até porque eram da Idade chama de Medieval por nós hoje.
Curioso é pensar como os mesmos dispositivos só se
atualizaram e acompanharam o tempo e a “evolução” humana, aproveitando-se de
tudo que pôde para de alguma maneira continuar existindo, só que com outras
roupagens mais atuais.
Fico muito tranquilo pra afirmar que o “dispositivo” se
atualizou pra manter viva uma ideia, uma visão de mundo, um disputa de poder
que persiste e infelizmente se mantém imutável. Nem sei dar nome do porque
disso...
Mas, passo a palavra para o Contardo
Calligaris, psicanalista e doutor em psicologia clinica e reproduzo abaixo o texto de
sua coluna na Folha de São Paulo da semana passada.
Rodolfo Viana
Equipe Diversidade Católica
***
A CURA GAY
Médicos, psiquiatras e psicólogos não podem oferecer uma cura para uma condição que, em suas disciplinas, não é uma doença, nem um distúrbio, nem um transtorno. Isso foi lembrado por Humberto Verona, presidente do Conselho Federal de Psicologia, numa entrevista à Folha de 29 de junho.
No entanto, o deputado João Campos (PSDB-GO), da bancada evangélica, pede que, por decreto legislativo, os psicólogos sejam autorizados a "curar" os homossexuais que desejem se livrar de sua homossexualidade.
Um pressuposto desse pedido é a ideia de que os psicólogos saberiam como mudar a orientação sexual de alguém (transformá-lo de hétero em homossexual e vice-versa), mas seriam impedidos de exercer essa arte --por razões ideológicas, morais, politicamente corretas etc.
Ora, no estado atual de suas disciplinas, mesmo se eles quisessem, psicólogos e psiquiatras não saberiam modificar a orientação sexual de alguém --tampouco, aliás, eles saberiam modificar a "fantasia sexual" de alguém (ou seja, o cenário, consciente ou inconsciente, com o qual ele alimenta seu desejo).
Claro, ao longo de uma terapia, alguém pode conseguir conviver melhor com seu próprio desejo, mas sem mudar fundamentalmente sua orientação e sua fantasia.
Por via química ou cirúrgica (administração de hormônios ou castração real --todos os horrores já foram tentados), consegue-se diminuir o interesse de alguém na vida sexual em geral, mas não afastá-lo de sua orientação ou de sua fantasia, que permanecem as mesmas, embora impedidas de serem atuadas. A terapia pela palavra (psicodinâmica ou comportamental que seja) tampouco permite mudar radicalmente a orientação ou a fantasia de alguém.
O que acontece, perguntará João Campos, nos casos de homossexualidade com a qual o próprio indivíduo não concorda? Posso ser homossexual e não querer isso para mim: será que ninguém me ajudará?
Sim, é possível curar o sofrimento de quem discorda de sua própria sexualidade (é a dita egodistonia), mas o alívio é no sentido de permitir que o indivíduo aceite sua sexualidade e pare de se condenar e de tentar se reprimir além da conta.
Por exemplo, se eu não concordo com minha homossexualidade (porque ela faz a infelicidade de meus pais, porque sou discriminado por causa dela, porque sou evangélico ou católico), não posso mudar minha orientação para aliviar meu sofrimento, mas posso, isso sim, mudar o ambiente no qual eu vivo e as ideias, conscientes ou inconscientes, que me levam a não admitir minha orientação sexual.
Campos preferiria outro caminho: o terapeuta deveria fortalecer as ideias que, de dentro do paciente, opõem-se à homossexualidade dele. Mas o desejo sexual humano é teimoso: uma psicoterapia que vise reforçar os argumentos (internos ou externos) pelos quais o indivíduo se opõe à sua própria fantasia ou orientação não consegue mudança alguma, mas apenas acirra a contradição da qual o indivíduo sofre. Conclusão, o paciente acaba vivendo na culpa de estar se traindo sempre --traindo quer seja seu desejo, quer seja os princípios em nome dos quais ele queria e não consegue reprimir seu desejo.
Isso vale também e especialmente em casos extremos, em que é absolutamente necessário que o indivíduo controle seu desejo. Se eu fosse terapeuta no Irã, para ajudar meus pacientes homossexuais a evitar a forca, eu não os encorajaria a reprimir seu desejo (que sempre explodiria na hora e do jeito mais perigosos), mas tentaria levá-los, ao contrário, a aceitar seu desejo, primeiro passo para eles conseguirem vivê-lo às escondidas.
O mesmo vale para os indivíduos que são animados por fantasias que a nossa lei reprova e pune. Prometer-lhes uma mudança de fantasia só significa expô-los (e expor a comunidade) a suas recidivas incontroláveis. Levá-los a reconhecer a fantasia da qual eles não têm como se desfazer é o jeito para que eles consigam, eventualmente, controlar seus atos.
Agora, não entendo por que João Campos precisa recorrer à psicologia ou à psiquiatria para prometer sua "cura" da homossexualidade. Ele poderia criar e nomear seus especialistas; que tal "psicopompos"? Ou, então, não é melhor mesmo "exorcistas"?
Fonte:
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sexta-feira, 6 de julho de 2012
Ânimo!!!
O video é um pouquinho velho...
Mas, vale para lembrar que diante de tanta ignorância o que é preciso ser curado mesmo é a falta de Amor.
Amigos, força e esperança. Não vamos desanimar e nem replicar o mesmo ódio.
ps.:
Semana que vem, voltamos firmes e fortes!
:)
Rodolfo Viana
Equipe Diversidade Católica Tweet
Mas, vale para lembrar que diante de tanta ignorância o que é preciso ser curado mesmo é a falta de Amor.
Amigos, força e esperança. Não vamos desanimar e nem replicar o mesmo ódio.
ps.:
Semana que vem, voltamos firmes e fortes!
:)
Rodolfo Viana
Equipe Diversidade Católica Tweet
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Casamento Coletivo Gay é Promovido no Pará
Públicamos agora o discurso a respeito do casamento coletivo gay feito no Estado do Pará ontem, Dia Mundial do Orgulho LGBT.
É importante ressaltar que foi a primeira que o Pará teve um
CASAMENTO coletivo gay. Não é união estável. 18 casais saíram com 18
certidões de casamento nas mãos.
*****
DISCURSO PROFERIDO NO CASAMENTO COLETIVO EM 28 DE JUNHO DE 2012 –
METROPOLITAN TOWER – BELÉM/PA
Prezados senhores,
prezadas senhoras, autoridades aqui presentes, amigos, familiares, prezados
noivos e noivas,
É com enorme satisfação
que damos início a esta cerimônia, melhor dizendo, a esta celebração em que nos
comprometeremos - todos nós - a colocar o amor à frente de qualquer sentimento,
a compreensão à frente de qualquer virtude, o carinho à frente de qualquer
gesto.
E que fique claro: não é
para qualquer um a decisão de se unir a outra pessoa, com ela constituir uma
vida em comum e gerar, de forma definitiva, uma família.
E aqui surge a expressão
mais importante deste dia: a constituição de uma família. Se ao longo de toda a
história se preservou a relação entre maridos e esposas, pais e filhos, genros,
noras, sogros e sogras, hoje também preservaremos a relação entre companheiros
e companheiras. Homens e mulheres que decidiram encarar de frente essa guerra
diária contra o preconceito e a homofobia para efetivamente se unirem a alguém
do mesmo sexo e constituir uma família.
Talvez alguns de vocês
queiram ter filhos, e esta será uma decisão soberana da qual ninguém terá o
direito de ser contra. Ou talvez vocês prefiram não tê-los, pois o amor que um
sente pelo outro seja tão pleno que se baste por toda a eternidade.
De uma maneira ou de
outra, não há nada, absolutamente nada diferente entre a família que os
senhores e senhoras constituirão e o modelo heteroafetivo que, a cada dia, se
torna tão somente mais um modelo.
Ou não! Talvez a família
que surja deste casamento seja completamente distinta de tudo o que se viu até
hoje. E se pensarmos bem, qual é a família que não se apresenta completamente
distinta das demais?
Quem aqui pode negar a
diversidade existente entre dois vizinhos? Entre duas crianças da mesma idade
que estudam no mesmo colégio? Entre irmãos gêmeos? Quem nega a diversidade
entre si e o homem ou a mulher que ama?
Somos mesmo todos iguais?
E ao mesmo tempo: será que somos assim tão diferentes?
Respeite a diferença!
Respeite a igualdade! É preciso encontrar dentro de cada coração o verdadeiro
sentido que sempre moveu o mundo: a missão gloriosa de fazer o outro
transbordar de felicidade. E não parece nada leviano dizer que hoje os corações
de todos esses noivos e noivas transbordam exatamente dessa felicidade.
Porque chegaram até aqui
ou que caminho trilharam, quais lutas perderam e quais as que ganharam, isso
pertence à história exclusiva de cada indivíduo, de cada casal, de cada –
repita-se – família. Mas uma coisa todos nós temos certeza, ninguém chegou aqui
de forma fácil, simples, sem lutar, sem chorar ou sem querer.
Nossas histórias são
diversas, nossas personalidades são distintas, nossa visão do mundo e da vida é
absolutamente única. Por que então não aproveitar esse momento para celebrar
também essa nossa diversidade? E que ironia! É justamente isso o que nos torna
tão parecidos no Amor.
A partir de hoje o mundo
os verá como uma só criatura e, mesmo sendo formada por dois homens ou por duas
mulheres, ainda assim vocês terão que saber respeitar a própria diversidade que
existe entre vocês. Mas isso não é tão novo assim: é exatamente o que
aprenderam a fazer do momento em que se conheceram até agora.
A ideia de casal não nasce
com a assinatura de um documento. O papel e a caneta apenas concordam – e
provavelmente se sentem honrados – em selar tudo o que foi vivido até aqui e o
muito que ainda será. Porque há algo superior ao “sim” que vocês dirão. E é
algo que somente vocês conhecem, aceitam e fazem questão de que todos saibam o
que é. E não se preocupem: por mais difícil que seja colocar esse sentimento em
palavras, no momento em que vocês disserem aquele “sim”, todos nós
entenderemos.
Entenderemos também quando
olharem uns para os outros e disserem: “eu te amo”. Pois digam! Não tenham
vergonha nem medo. Já tivemos medo demais do que os outros pensam do Amor que
hoje vocês consagram. Digam sempre o que sentem de verdade: assim que
acordarem; quando almoçarem juntos no meio da correria do dia a dia; nos dias
nublados; no doce entardecer; antes de dormir. O amor precisa ser dito sempre.
Não percam o brilho que
hoje nós vemos no olhar de cada um de vocês. É aqui que se reconhece o quanto
esse momento é sublime, e o quando essa celebração será repetida diariamente
nas suas vidas.
Lutem! Busquem o
impossível, se for necessário. Façam das tripas coração para defender os
direitos que vocês possuem: direitos civis, direitos humanos, direitos
naturais. Por que eles são muitos, são belos, e acima de tudo, são legítimos.
Não duvidem disso, mesmo que às vezes essa luta pareça não ter fim. Mas vocês
chegaram até aqui, não chegaram? Nós chegamos! Então não há o que temer
enquanto permanecermos unidos; enquanto vocês, como família que são e que
sempre foram, continuarem se amando.
E sejam felizes, acima de
qualquer coisa e em qualquer circunstância, porque isso é tudo o que a
Defensoria Pública do Estado do Pará deseja para cada um de vocês. Nada mais.
Defensor Público do Estado do Pará
Equipe Diversidade Católica Tweet
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Jesus e a Máquina do Tempo de McFly
Ontem foi um dia interessantíssimo,
quase esquecido por todos, porém vívido (e revivido nas Sessões da Tarde) por
todos que amavam as previsões futuristas de “De Volta para o Futuro”.
Se não me engano, o dito “Futuro”
escolhido por Marty McFly na máquina do tempo no “capacitador de fluxo” foi
ontem – 27/06/2012. Pelo que me lembro das Sessões
da Tarde era que no final do primeiro filme que ele ‘retornava’ ao futuro,
em 2012, pra consertar alguma M*.
da Tarde era que no final do primeiro filme que ele ‘retornava’ ao futuro,
em 2012, pra consertar alguma M*.
Momentos nostálgicos à parte,
embora sinta muita falta de ter um Skate voador. Creio que McFly não fazia
ideia do que se passa aqui no Futuro. Já que ele chegou aqui ontem, vamos supor
que por alguma complicação legal ou qualquer dessas coisas incompreensíveis que
se passa nesta época, confiscamos o seu automóvel. Mas, só teremos uma
oportunidade de voltar ao passado, afinal o “capacitador de fluxo” do Dr. Brown
só tem bateria pra fazer uma única viagem, lembram? Já que vivemos num Estado
de Plena Democracia, diferente das ditaduras latinas que vivemos no passado, na
época da gravação do filme, proponho uma votação.
Se formos lá em 1988, na época da
criação da constituição brasileira, a chamada de “Constituição
Cidadã” posso negritar algumas partes e por uns asteriscos. Negritaria
aquela parte que diz aquele blabla que aqui no Futuro “todos são iguais perante
a lei” e algumas outras frases e artigos esquecidos. Nessa citação que nem sei
se está escrita assim mesmo, só destacaria o “todos” e colocaria o asterisco, “*Então, todos!” . Tenho certeza que isso ajudaria o pessoal aqui
do Futuro.
Proponho
outra data pra gente voltar também, podemos aproveitar o momento bíblico mais
polemico onde Jesus passa 3 dias, não sei aonde, e depois recussita. Aproveitaríamos
esse recesso de Jesus, daríamos as devidas explicações de onde estamos vindo
(Ele entenderia, afinal é Jesus) e lhe pedimos algumas gentilezas.
Algo do tipo:
— A gente já sabe que você vai
voltar e ter um papo bacana com São Tomé, depois explicamos também está
história de “São”. Enfim, sabemos que você vai ter um papo com Tomé meio
rapidinho antes de subir ao céu, então se não for pedir muito esclarece alguns
pontos pra gente?Alias pra gente do Futuro que vivemos num processo chamado democracia
é meio burocrático algumas coisas, se possível seja um pouco mais claro nos itens
abaixo:
- Depois que você subir vai ter um livro chamado Bíblia que vão escrever tudinho que você disse, então explica que não foi você que fundou a Igreja Católica. Isso dá uma M* na Idade Moderna que você tem noção e se arrasta até no Futuro.
- Aproveita também a deixa de Tomé e explica que os Judeus não tiveram nada haver com sua Crucificação. Eu sei você é Judeu, mas as chagas que você tem nas mãos quem vai pagar o pato são os Judeus.
- Já sei que no seu discurso de ascensão ao céu você já preparou muita coisa legal, tá lá nas nossas escrituras que é um update das Leis que você sempre falou. Dá uma batida nos principais pontos bem naquela hora que você sobe e que Michelangelo faz uma foto linda sua. É que lá no Futuro a gente vive numa cultura da imagem e acho que vai ter mais impacto com o Senhor voando durante o discurso.
- Assim, é muito serio esse negocio da imagem lá no Futuro! Serio mesmo! Tem como você tirar uma foto comigo apertando a minha mão e me dando aquele beijão no rosto que só os Cristãos sabem dar? Porque lá no Futura, em 2012, teve uma foto sensacional tipo essa que tô te pedindo, que saiu em todos os jornais de um aperto de mão e a galera lá gosta disso, sabe?! Assim vai ficar mais fácil explicar que não tem problema ser gay e cristão. Lá no Futuro costumamos dizer que uma “imagem vale mais que mil palavras”. Você não tem ideia da lenga, lenga que vai evitar me quebrando essa. Pode ser?
Bem,
essa é a minha proposta já que ontem foi o destino da Maquina do Tempo de McFly
e do Dr. Brow. Se ontem dia 27 de junho de 2012, conseguíssemos mesmo voltar no
tempo e pedir pra Jesus esse Check-list antes da subida poderíamos ter um dia
hoje diferente.
Hoje,
aqui no Futuro é dia 28 de Junho - Dia
Mundial do Orgulho LGBT e ainda lutamos contra a homofobia, um troço que não dá pra entender que diante de tanta
projeção futurística, clonagem humana, viagem à lua, muitas e muitas ficções
que se tornaram realidade o homem ainda tenha um pensamento tão atrasado e
tantas outras segregações. Sei lá, quem sabe se Jesus “quebrar essa” hoje aqui
no Futuro, dia 28, façamos O Dia Mundial de Celebração Ao Amor ou só tenhamos
um dia normal.
***
Ahh...só mais um adendo e esse é facinho: “Então, Jesus... a
Galera não entendeu nada sobre aquela historia de amai-vos uns aos outros...Vai
por mim que sou do ‘Futuro’ destaca bem essa parte vai...” Aí quem sabe as
coisas cheguem no Futuro um pouco melhores.
Grato;
Rodolfo Viana
Equipe Diversidade Católica
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
Mães pela Igualdade - Programa Andante
O Andante é um programa de cultura produzido por profissionais especializados contratados pela Uerj.
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
CQC - Proteste Já: Doação de Sangue
O CQC no dia 11/06 fez um programa especial sobre
Diversidade Sexual, aproveitando o mote da Parada Gay de São Paulo. Pra quem
não conhece há um quadro chamado "Proteste Já". O "Proteste Já" falou sobre doação de sangue e faz a pergunta: “Será que existe alguma diferença entre
heterossexuais e homossexuais na hora de doar sangue?”
O CQC, sempre bem humorado, é recorrente em pautar discussões muito serias a respeito da Diversidade Sexual.
O CQC, sempre bem humorado, é recorrente em pautar discussões muito serias a respeito da Diversidade Sexual.
Canal do CQC no Youtube aqui.
Rodolfo Viana
Equipe Diversidade Católica Tweet
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